De volta ao passado

Há 20 anos eu tinha 12 anos. Há vinte anos eu descobri o A-HA. Há 18 anos teve o Rock in Rio II e o A-HA fez dois shows incríveis que eu vi pela tevê. Desde então tinha a enorme vontade de ouvir Take on Me e Hunting High and Low ao vivo. Pois bem. No dia 26 de março deste ano eu realizei o meu desejo. Fui ver o trio norueguês ao vivo e só posso dizer uma coisa: amei!!!
Foi um adorável túnel do tempo. Ouvi as músicas que queria, relembrei momentos da minha adolescência e ainda pude ouvir, cantar e dançar Hunting High and Low juntinho com o meu futuro marido. Quer coisa melhor? Eu não! Nostalgia boa!
Segue agora o vídeo do show da banda no Citibank Hall.
Enjoy.

música sempre cai bem

para amenizar o post abaixo, no qual eu literamente falei alguns palavrões ao escrevê-lo, segue agora um vídeo que eu amo muito. A banda é Roxette, a banda dos meus 15 aos 17 anos. A música é Queen of Rain que eu ouvia, ouvia, ouvia e não enjoava de jeito nenhum. Linda, linda, linda.
P.S. O YouTube é o melhor túnel do tempo que existe depois da nossa memória. Amo muito tudo isso!

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aviso aos navegantes (aos que comentam e aos que não comentam)…

Não sou linguaruda, os outros é que são frescos demais.

cacete, saber que um ser me chamou de linguaruda é f%&@#%&$#…

Coisas que descobrimos com a morte

Não gosto de falar sobre morte. Me incomoda bastante. Tenho medo. Não da minha, mas dos meus queridos. Esta semana a mãe de uma amiga querida demais faleceu.
Com a mãe internada há quase um mês descobri na minha amiga um lado que, honestamente não conhecia: o lado guerreira de ser como uma boa Good. Como disse não gosto de falar de morte, mas é incrível como algo que muitos tem medo, pode trazer algo novo e bom. Do sofrimento dela vi mais uma qualidade nesta amiga intrépida.
Que Marisa esteja bem e que olhe por seus filhos todos os dias.
Como diria Lulu Santos, “tudo muda o tempo todo no mundo”.

why?

Sempre aprendi que para qualquer situação na vida é preciso ter bom senso, amor próprio e orgulho na medida certa. Nos relacionamentos amorosos então, dependendo da situação, tem que ter tudo isso e muito mais em doses cavalares (tirando o orgulho que este as vezes não vale a pena colocar na mesa).

Não entendo como um casal que se separa, uma das parte fala mal da outra, cospe no prato que comeu um dia e de uma hora para outra aceita dormir na casa da ex para cuidar do animal de estimação porque o outro vai viajar. Não! A relação não é tão saudável assim. Como já disse anteriormente uma das partes já falou mal da outra, vive num bate e assopra patético e ainda consegue se passar de emprego. Não, não acho isso normal. Acho patético. Acho triste.

Mas o pior é você não poder externar isso já que uma das partes é sua amiga e não te dá espaço para falar. Talvez porque a pessoa sinta vergonha de passar por esta situação, mas é aquilo, passa porque quer. A minha paciência com essa relação está esgotando. Leva um pé na bunda, fala mal, se faz do bom samaritano ao mesmo tempo com a ex e em certas situações se faz de vítima. Pode?!

Aí eu penso que se só eu pensasse assim o problema estaria comigo, eu é que não entendo os relacionamentos modernos, mas amigos em comum pensam igual, da mesma forma que eu. A que deu o pé na bunda diz que estão ótimos! Como assim ótimos?! Depois de tanta reclamação dela? Depois dela dizer que ficou com o cara um ano porque ia sentir falta dos amigos em comum… Estou no mundo errado. Só pode ser…

No dia que a bomba explodir não quero estar por perto… se podemos complicar porque simplificar né???

Clássica

A primeira foto que tiro dos meus pés. Lá vai!

A primeira foto que tiro dos meus pés. Lá vai!

É. Hoje estou escrevendo pouco mas afinal depois do meu post Sexta-feira 13 chega de muitas palavras, mas tenho que escrever algo aqui: Eu não gosto da Mallu Magalhães!! Só porque virou modinha dos indies no MySpace agora tá no topo… um sacoooooo!! Poderia falar mais coisas neste mundo aberto que é a internet mas ficarei por aqui, afinal quem não gosta da garota meio dãaaaa sou eu! E tenho dito.

Quero um ping-pong de tutifruti!!!!

Dilemas de Irene e de muita gente….

Adoro o programa Dilemas de Irene, com a atriz Monica Martelli, que passa na GNT. É deliciosamente engraçado. Perfeito para uma sexta-feira. Mulherzinha total, mas nada como um programa desse, ainda mais sendo nacional, para se divertir. Ela simplesmente arrasa como Irene. E no episódio desta sexta Irene disse uma frase que é sensacional e que diz mais ou menos isso: “quem bebe não compra apartamento”. A mais pura verdade. Amei.

Acho que tenho que começar a beber menos…ou não…ahhh que dilema!

Sexta-feira 13

Sexta-feira 13. Muita chuva no final do dia, muitos trovões e raios, ruas alagadas, taxistas que não querem dirigir na chuva, trânsito parado e gente chata que te leva a dizer que o amigo dele é um babaca.

Raios e trovoadas, taxistas rebeldes, tudo isso a gente leva, mas gente chata é um saco. Mesmo debaixo de chuva e com a mãe dizendo, “o tempo tá feio”, “Juliana, você tá vendo a chuva? Olha o trovão” ou ainda “Juliana volta com esse taxi para casa”, fui ao encontro de uma amiga queridérrima. Chegando em Copacabana ela está acompanhada de um cara que ela conheceu no colégio e é filho da amiga da mãe dela. Como diz uma amiga, putz, lá vem merda…

Chuva, muita chuva, o cara resolve nos acompanhar e dá a dica de pararmos num boteco chamado carinhosamente de Paradinha. Se arrependimento matasse… Enfim, chegando lá, eu e Good tomamos nossos refrigerantes zero e ele um chope. Blá, blá, blá vai, blá, blá, blá vem, conversando sobre alguns jornalistas da cidade ele diz que um dos seus melhores amigos é um  jornalista carioca famoso que eu detesto. Ah, claro, eu nunca falei com o cara, mas acho o cara um BABACA! E de repente saiu. Disse que achava o amigo dele BABACA. Ele riu, achando o que eu disse um crime. Minha amiga simplesmente adorou a cena e eu sempre quis dizer bem alto que eu acho o tal colunista um BABACAAAAAA! Libertador!

Depois disso, a chuva foi passando e o tal amigo pedindo chopes. No mesmo bar um cliente vomitou, uma mesa foi atingida por uma mega goteira e o cheiro de gordura tomou conta do meu nariz e só deve sair daqui há um mês. No terceiro chope, eu e Good resolvemos dizer que era hora de partir para o nosso destino: a Starbucks no Leblon.

Stabucks. Ia ser a nossa primeira vez na cafeteria mais famosa do mundo. Nós fomos? Não! Os chopes do amigo fez com que nós duas sentíssemos tanta fome que paramos numa pizzaria que , por sinal, um dia já foi boa. Comemos uma pizza regada a alho e estou  no segundo sonrisal.

De Copa para o Leme resolvemos ir pela Avenida Atlântica. Lindas e loiras, conseguimos sair ilesas de qualquer pessoa suspeita no local em plena sexta-feira 13. Maravilhoso!

Enfim, Starbucks semana que vem, mas espero, honestamente, sem amigo mala que tenha amigo BABACA! Good concorda comigo.

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