Há 20 anos eu tinha 12 anos. Há vinte anos eu descobri o A-HA. Há 18 anos teve o Rock in Rio II e o A-HA fez dois shows incríveis que eu vi pela tevê. Desde então tinha a enorme vontade de ouvir Take on Me e Hunting High and Low ao vivo. Pois bem. No dia 26 de março deste ano eu realizei o meu desejo. Fui ver o trio norueguês ao vivo e só posso dizer uma coisa: amei!!!
Foi um adorável túnel do tempo. Ouvi as músicas que queria, relembrei momentos da minha adolescência e ainda pude ouvir, cantar e dançar Hunting High and Low juntinho com o meu futuro marido. Quer coisa melhor? Eu não! Nostalgia boa!
Segue agora o vídeo do show da banda no Citibank Hall.
Enjoy.
De volta ao passado
março 29, 2009 às 12:36 am (Uncategorized)
música sempre cai bem
março 22, 2009 às 1:51 am (Uncategorized)
para amenizar o post abaixo, no qual eu literamente falei alguns palavrões ao escrevê-lo, segue agora um vídeo que eu amo muito. A banda é Roxette, a banda dos meus 15 aos 17 anos. A música é Queen of Rain que eu ouvia, ouvia, ouvia e não enjoava de jeito nenhum. Linda, linda, linda.
P.S. O YouTube é o melhor túnel do tempo que existe depois da nossa memória. Amo muito tudo isso!
%$#*&¨%$%#
março 22, 2009 às 1:46 am (Uncategorized)
aviso aos navegantes (aos que comentam e aos que não comentam)…
Não sou linguaruda, os outros é que são frescos demais.
cacete, saber que um ser me chamou de linguaruda é f%&@#%&$#…
Coisas que descobrimos com a morte
março 20, 2009 às 11:04 pm (Uncategorized)
Não gosto de falar sobre morte. Me incomoda bastante. Tenho medo. Não da minha, mas dos meus queridos. Esta semana a mãe de uma amiga querida demais faleceu.
Com a mãe internada há quase um mês descobri na minha amiga um lado que, honestamente não conhecia: o lado guerreira de ser como uma boa Good. Como disse não gosto de falar de morte, mas é incrível como algo que muitos tem medo, pode trazer algo novo e bom. Do sofrimento dela vi mais uma qualidade nesta amiga intrépida.
Que Marisa esteja bem e que olhe por seus filhos todos os dias.
Como diria Lulu Santos, “tudo muda o tempo todo no mundo”.
why?
março 17, 2009 às 12:41 am (Uncategorized)
Sempre aprendi que para qualquer situação na vida é preciso ter bom senso, amor próprio e orgulho na medida certa. Nos relacionamentos amorosos então, dependendo da situação, tem que ter tudo isso e muito mais em doses cavalares (tirando o orgulho que este as vezes não vale a pena colocar na mesa).
Não entendo como um casal que se separa, uma das parte fala mal da outra, cospe no prato que comeu um dia e de uma hora para outra aceita dormir na casa da ex para cuidar do animal de estimação porque o outro vai viajar. Não! A relação não é tão saudável assim. Como já disse anteriormente uma das partes já falou mal da outra, vive num bate e assopra patético e ainda consegue se passar de emprego. Não, não acho isso normal. Acho patético. Acho triste.
Mas o pior é você não poder externar isso já que uma das partes é sua amiga e não te dá espaço para falar. Talvez porque a pessoa sinta vergonha de passar por esta situação, mas é aquilo, passa porque quer. A minha paciência com essa relação está esgotando. Leva um pé na bunda, fala mal, se faz do bom samaritano ao mesmo tempo com a ex e em certas situações se faz de vítima. Pode?!
Aí eu penso que se só eu pensasse assim o problema estaria comigo, eu é que não entendo os relacionamentos modernos, mas amigos em comum pensam igual, da mesma forma que eu. A que deu o pé na bunda diz que estão ótimos! Como assim ótimos?! Depois de tanta reclamação dela? Depois dela dizer que ficou com o cara um ano porque ia sentir falta dos amigos em comum… Estou no mundo errado. Só pode ser…
No dia que a bomba explodir não quero estar por perto… se podemos complicar porque simplificar né???
março 16, 2009 às 12:10 am (Uncategorized)
É. Hoje estou escrevendo pouco mas afinal depois do meu post Sexta-feira 13 chega de muitas palavras, mas tenho que escrever algo aqui: Eu não gosto da Mallu Magalhães!! Só porque virou modinha dos indies no MySpace agora tá no topo… um sacoooooo!! Poderia falar mais coisas neste mundo aberto que é a internet mas ficarei por aqui, afinal quem não gosta da garota meio dãaaaa sou eu! E tenho dito.
Dilemas de Irene e de muita gente….
março 14, 2009 às 3:37 am (Uncategorized)
Adoro o programa Dilemas de Irene, com a atriz Monica Martelli, que passa na GNT. É deliciosamente engraçado. Perfeito para uma sexta-feira. Mulherzinha total, mas nada como um programa desse, ainda mais sendo nacional, para se divertir. Ela simplesmente arrasa como Irene. E no episódio desta sexta Irene disse uma frase que é sensacional e que diz mais ou menos isso: “quem bebe não compra apartamento”. A mais pura verdade. Amei.
Acho que tenho que começar a beber menos…ou não…ahhh que dilema!
Sexta-feira 13
março 14, 2009 às 3:28 am (Uncategorized)
Sexta-feira 13. Muita chuva no final do dia, muitos trovões e raios, ruas alagadas, taxistas que não querem dirigir na chuva, trânsito parado e gente chata que te leva a dizer que o amigo dele é um babaca.
Raios e trovoadas, taxistas rebeldes, tudo isso a gente leva, mas gente chata é um saco. Mesmo debaixo de chuva e com a mãe dizendo, “o tempo tá feio”, “Juliana, você tá vendo a chuva? Olha o trovão” ou ainda “Juliana volta com esse taxi para casa”, fui ao encontro de uma amiga queridérrima. Chegando em Copacabana ela está acompanhada de um cara que ela conheceu no colégio e é filho da amiga da mãe dela. Como diz uma amiga, putz, lá vem merda…
Chuva, muita chuva, o cara resolve nos acompanhar e dá a dica de pararmos num boteco chamado carinhosamente de Paradinha. Se arrependimento matasse… Enfim, chegando lá, eu e Good tomamos nossos refrigerantes zero e ele um chope. Blá, blá, blá vai, blá, blá, blá vem, conversando sobre alguns jornalistas da cidade ele diz que um dos seus melhores amigos é um jornalista carioca famoso que eu detesto. Ah, claro, eu nunca falei com o cara, mas acho o cara um BABACA! E de repente saiu. Disse que achava o amigo dele BABACA. Ele riu, achando o que eu disse um crime. Minha amiga simplesmente adorou a cena e eu sempre quis dizer bem alto que eu acho o tal colunista um BABACAAAAAA! Libertador!
Depois disso, a chuva foi passando e o tal amigo pedindo chopes. No mesmo bar um cliente vomitou, uma mesa foi atingida por uma mega goteira e o cheiro de gordura tomou conta do meu nariz e só deve sair daqui há um mês. No terceiro chope, eu e Good resolvemos dizer que era hora de partir para o nosso destino: a Starbucks no Leblon.
Stabucks. Ia ser a nossa primeira vez na cafeteria mais famosa do mundo. Nós fomos? Não! Os chopes do amigo fez com que nós duas sentíssemos tanta fome que paramos numa pizzaria que , por sinal, um dia já foi boa. Comemos uma pizza regada a alho e estou no segundo sonrisal.
De Copa para o Leme resolvemos ir pela Avenida Atlântica. Lindas e loiras, conseguimos sair ilesas de qualquer pessoa suspeita no local em plena sexta-feira 13. Maravilhoso!
Enfim, Starbucks semana que vem, mas espero, honestamente, sem amigo mala que tenha amigo BABACA! Good concorda comigo.
